We do Logos e a economia criativa

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We do Logos e a economia criativa

O Vale do Silício é conhecido por abrigar os maiores polos de tecnologia do mundo, muito dos eletrônicos que conhecemos e utilizamos atualmente são produzidos lá. Empresas como Eletronic Arts e Apple possuem suas sedes na região, a Microsoft também era gerida na área, mas por demais motivos foi movida para outro lugar.

Bill Gates, por exemplo, é um modelo a ser seguido por quem possui uma ideia inovadora, mas que não dispõe de dinheiro para colocar a mesma em prática. O atual bilionário comprou uma ideia de sistema operacional por 600 dólares, e a partir daí iniciou o seu império que atualmente é conhecido pelo nome de Microsoft.

Muitas das startups que foram criadas na década de 90, atualmente ocupam espaço importante no mercado mundial, outras não deram tão certo assim, pois suas propostas não eram tão interessantes.

O Brasil tem visto a força das startups, tanto que a cada dia novas empresas desse tipo são criadas no país. Alguns projetos já começam a dar resultados, como é o caso do Twitcast, uma startup que oferece serviços semelhantes, porém mais inovadores do que o do Twitcam.

A We do Logos e a economia criativa em crescimento

A We do Logos é uma empresa especializada na criação de logotipos por valores muito mais interessantes do que o que geralmente é cobrado por agências profissionais.
A empresa criou uma plataforma única onde qualquer empresa ou profissional liberal pode fazer um lance para contratar serviços de design que serão disputados por profissionais cadastrados, no modelo de crowdsourcing.

Hoje o We do Logos já atendeu mais de 4.500 empresas e conta com mais de 19.000 designers, números esses que levam a startup a ser o maior site de concorrência criativa da América Latina.

Uma das maiores vantagens do We do logos é que, ao contrário do que muitos acreditam, ele oferece a chance de estudantes de design começar a desenvolver seus portfólios sendo pagos, além de oferecerem serviços de qualidade para pessoas que não podem pagar pelos serviços de um designer profissional já estabelecido no mercado.

Aqueles que dizem que isto desvaloriza os serviços de design na, na verdade, deveriam é compreender que a economia criativa é o futuro, e, infelizmente, pelas regras de mercado, você terá de se esfo0rçar e ser muito mais original para conseguir sucesso e ganhos equivalentes aos que você deseja.

O cliente tem a possibilidade de ver uma versão em baixa resolução das artes, podendo solicitar ajustes e interagir com os profissionais, o que também gera uma falta de respeito geral dos clientes, que algumas vezes usam esta versão em baixa qualidade para pedir à outra pessoa que faça o mesmo logotipo por menos. Para prevenir-se deste tipo de dificuldade, mande o logo sempre com uma marca d’água, que afirma que aquela pessoa não pagou ainda por aquela arte. Qualquer designer com um mínimo de ética profissional não se apropria de uma arte de outro profissional, porque isso amanhã pode acontecer com ele.

O site oficial dessa promissora startup é http://www.wedologos.com.br.

Ponha suas ideias em prática! Inove! Crie!

Boa sorte.

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